domingo, 12 de maio de 2013

POESIA.........FOTOGRAFIA.........E FLORES!!!!

SÃO ESTES TRÊS DOS MEUS HOBIS!!!

COMECEI PELA POESIA.... DEPOIS FASCINEI-ME PELA FOTOGRAFIA DIGITAL.... MAIS RECENTE A FORMAÇÃO DO MEU JARDIM RIBATEJANO!!!

CONSEGUI AGORA TER ALGUÉM QUE ME AJUDASSE A REUNIR AS TRÊS NUMA SÓ!!!

ESTA AINDA NÃO ESTÁ MUITO BOA.... O POEMA AINDA NÃO ESTÁ BEM INSERIDO,,,, MAS,,,, COMO O ESPAÇO É MEU,,,, E PARA OS AMIGOS,,,,, AQUI FICA,,,, A PRÓXIMA SERÁ MELHOR!!!

BEIJOS PARA TODOS OS QUE ME VISITAREM!!!

LÍDIA FRADE

domingo, 5 de maio de 2013

PELO DIA DAS MÃES!!! NOVA PUBLICAÇÃO DE LÍDIA FRADE!!!


 POEMAS PARA AS MÃES,,, PUBLICADOS NESTE LIVRO!!!

NOSSA VIDA

O tudo da vida
Nada mais é
Que a própria vida!

O tudo da vida
É um óvulo!
O desenvolver, o crescer,
É o sentir o bater
De um outro coração,
Dentro do seu próprio corpo
Do seu próprio ser.

O tudo da vida
É sentir sair das entranhas!
Com a dor
Um misto de alegria
Por dar a vida com amor!

A certeza da vida
É saber que jamais!
Poderá,
Alguém ser pai!

Se não existir!

UMA MÃE!
POEMAS DO LIVRO AMOR ATERNO DE LÍDIA FRADE




                     O QUE TE DIGO HOJE MÃE


Que ver a tua energia, e força de viver

Me anima, a criar, a recriar, a conceber

A cuidar da tua existência, no tempo de hoje,

No amanhã, no depois, por crer que vais longe.


Em teus longínquos, trezentos sessenta e cinco

Vezes os muitos, e longos oitenta e cinco

Pelos muitos trabalhos que fizeste por prazer,

Que te renovaram a vida, o querer, o conseguir

Por todos os que te arrastaram, no dever

Te esgotaram, te curvaram, bloquearam teu seguir.


Pelos dias mais tristes, desanimados e sós

Pelas intenções fracassadas, ou mal amadas

Pelas tuas verdades, na firmeza a que dás voz

Por este meu reconhecer, de horas num tempo ausente

Eu procuro mãe, que as vejas hoje compensadas

Na tua vida futura, eu irei estar sempre presente.


LÍDIA FRADE



sábado, 27 de abril de 2013

SERRA DE SINTRA,,,,,,NESTE NOSSO ABRIL!!!!

FIZ ESTA REPORTAGEM FOTOGRÁFICA NA SERRA DE SINTRA NO INICIO DO MÊS DE ABRIL,,,,,,,,, DEIXO AQUI O QUE FALTAVA HOJE E QUASE A CHEGAR AO FIM DO MÊS DE ABRIL TAMBÉM,,,,,, É ISTO TUDO UM TRABALHO DE ABRIL,,,,, POR ISSO MESMO LEMBREI-ME DE COLOCAR UM POEMA DE ABRIL QUE ESCREVI O ANO PASSADO,,,, SENDO ESTA A SEMANA DO NOSSO 25 DE ABRIL,,,, AQUI VOS DEIXO ESTE TRABALHO,,,, LONGO,,,, RECORTADO,,,, TAMBÉM PARA UMA MAIS FÁCIL LEITURA,,,, ATUAL PORQUE,,,, AS DIFICULDADES SE REPETEM,,,,,,,,ACRESCENTADAS DE AUSÊNCIA DE  VALORES!!!!


RESPOSTA…. Às PORTAS QUE ABRIL ABRIU!

Continua a ser país
Sem guerras, ou dimensão
Apenas é nossa raiz
E nosso querer de coração
Beiras de terra, ou beiras de mar
De sobredos e enredos
Com os mesmos socalcos e atalhos
Veredas que nos dão medos
Sem indústrias, sem trabalhos
Sem o verde das searas
Dos montes só as queimadas
De negro se vestem enseadas
Nos rios já não se miram
Mais… com desespero se atiram
E se o sustento retiram
Pagam caro…com vida e ais
Não tendo tempo para mais
Só têm uma certeza
Não sabem, nem vão comparar
Mas não ter… com que comprar
Foi passado, é o presente, foi pobreza
Mas continua a ser tristeza.





 Era uma vez um país
Que de longe, é nossa raiz
Que continua a contar
O pão que não tem para dar
Pelas ordens… do não semear,
Que já não vive algemado
Mas proibido de pescar
Num país que só tem mar
E tudo o que o serve, confiscado
Parado, e servilmente roubado.
Era e é, uma vez um país
Onde as minas se fecharam
Os olivais se arrancaram
Os subsídios se instalaram
Onde a palavra explorado
Deixou de ser, do desgraçado
Passou a ser, do tributado
Que pode não dormir com o gado
Mas corre o risco de o ser
Confiscado, despojado
Se não chegou, seu contributo
Para os que comem calados
Bem pode ficar sem comer
Pense é no que vai fazer,
Para não ficar sem almoço
Pelo que espera, o seu caroço
O cidadão integrado, ou…subsidiado.


 Era uma vez um país
De tal maneira explorado;
Foi nos tempos do passado!?
E hoje digam vocês!?
As multis desapareceram
Sem motivo ou explicações
Foram os monstros que açoitaram
As hienas que assaltaram, que roubaram
Sonhos e alegrias, de muitos corações.
É desta vez um país
Onde desemprego é a chaga
Com idas e vindas de esperas
Das esquinas e das praças sem feras
Em Centro de Empregos sem sonhos
Que o nosso sol, ao despontar aquece
As filas, de quem já se conhece
Este povo desiludido e sem garra
Que já nem á luta se amarra
Que já não quer carregar,
As tais sete pedras na mão,
Nem a poesia, de uma pedra de lua
No lugar do coração.


No lugar do coração.
Nesta terra, e neste chão
Já ninguém é amigo, ou irmão
Não comem da mesma ração
Não dormem na mesma cama….
Nem comem do mesmo pão
Mesmo que assim seja o querer.
E já foi chão que deu uvas
O antes quebrar que torcer,
A fúria de viver, está em todos males,
Neste país, sempre a minguar
As espingardas, estão em mãos erradas,
Dos livros, com ou sem registos,
Cresceu um país de doutores,
Que não conhecem, terra, arado, ou enxadas.
E se Portugal renasceu,
Assim governou quem quis,
Passou sim, por mãos estranhas
Sem convencer a raiz,
Este povo que se curvava,
E que vivia infeliz,
Passou a moldar suas manhas
Também quis, ser burguesia
Acenaram-lhe com notas
Com cartões de mais valia
E se agora, ninguém mais cerra,
As portas que abril abriu,
Vão aproveitar as rotas
Que a Europa permitiu,
Vão ao trabalho os ganhões
Por aqui… nem vão sobrar as pensões,
Á pedreiros sem patrões
E muitos que nem profissões.




 Que a história, o irá contar
Não havia estado novo
Nem portas que Abril abriu
Nos poemas de Camões,
Muito menos a corrupção
Que nos vem asfixiando,
Nem falou do alçapão
Que nos vai encurralando,
E neste país de poetas
Nem Ary, se ia lembrando,
Que as portas que Abril abriu
Também nos roubava metas
O progresso nos fugiu
Na juventude, são vidas incertas
E quem tudo consentiu?
Quem tem o poder na mão
Quem enriquece e progride
Quem fez por abrir canais
Onde escoa a corrupção
Quem faz ganhar aos milhares
Quem nada faz, ou pouco mais
Os balofos verbos de encher
Mafiosas serpentes,
Lacaios sorridentes,
De quem lhes dá cobertura
Por ter força do poder.
E as portas que abril abriu
Caíram apodrecidas
Viciadas, inchadas, esvaídas,
Deixaram, de haver fascistas
Mandam mais, os agiotistas,
Mas este povo está mole
Come piza… e apanha sol,
Quem vai lutar por um País?
Que é chão nosso de raiz,
Onde a indiferença é o mote,
Estamos entregues á má sorte,
Uma alcateia de cães danados
A que dão tréguas desarmados
Alguns ninhos de serpentes
Neste nosso chão ardido
Onde não, germinam sementes.
Sendo tempo de mudar
Como nada é linear
Num Estado de confusões
O que o futuro, nos vai dar
Serão uns bons trambolhões.


 Horas de voltar á terra
Que é a barriga da mãe
Hora de voltar ao mar também,
E se houver gente semente
Bem firme e de boa casta,
Venham todos, de todos, basta
Organizem-se, e façam querer
Chegou o dia de correr
Com a escumalha organizada
Em seu proveito, bem infiltrada,
Encostem-nos á parede
Confisquem o que roubaram
Ou por engano que fosse
Levaram a mais, não fosse
Outra vedeta apanhar.
Publico serviço, de amanhar,
Não duvidem,
Somos só nós, que estamos a pagar
Agarrem… do tomatal os tomates
Façam ataque em remates
Voltem a mesa redonda,
Sem discussão!!!
Já não vale, tudo mesmo vai tombar,
Hoje… já nem fazem promessas,
Foram armas, de arremessas
Atiradas ao calhar
Hoje ninguém mais, vai acreditar.


POEMA DE LÍDIA FRADE

 PROMONTÓRIOS DE PEDRAS ÁRVORES ISOLADAMENTE PROTEGIDAS PODEM MOSTRAR-NOS UM LINDO CENÁRIO FOTOGRÁFICO!!!


 ENTRE SAPATINHOS DE CUCO ,,,,,,, COMO LHE CHAMAM NA MINHA TERRA,,,,,,,,,, ERAS E BUGALHOS,,,,,,,,, AQUI VOS DEIXO O FINAL DO MEU PASSEIO NO DIA 2-4-2013 NA SERRA DE SINTRA!!!
UMA PLANTA SELVAGEM.......MAS INTELIGENTE!!! NÃO PRECISOU QUE LHE MOSTRASSEM O MELHOR CAMINHO A SEGUIR,,,,,,,,,PARA SUA VALORIZAÇÃO!!!
AQUI........UMA PEQUENA HOMENAGEM AOS BOMBEIROS QUE MORRERAM  NO GRANDE INCÊNDIO NA SERRA DE SINTRA DE SINTRA,,,,,,,,OS NOMES ESTÃO AQUI NESTA LAPIDE,,,,,,, SEGUNDO ME CONTARAM NÃO TODOS,,,,,, PORQUE POR LEI NÃO PODERIA SER MAIS DO QUE.......... E ESTAVAM MAIS,,,,,,,,,,QUE FORAM SACRIFICADOS,,,,,,,,, QUE MORRERAM POR UMA CAUSA,,,,,,,,, A DEFESA DA NACIONAL SERRA DE SINTRA,,,,,,,, MAS O SEU NOME........ EM NOME DESSA DEFESA........ PELA LEI..........NEM SEQUER AQUI PODE SER LEMBRADO!!!! 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

MIRADOURO DE SANTA EUFÉMIA.......... CAPELA DE SANTA EUFÉMIA....... SERRA DE SINTRA!!!!

UM PEQUENO QUADRO EM AZULEJO DIZ-NOS A QUEM SE DEDICA AQUELA CAPELA!!!!

A PLACA DA INDICAÇÃO AJUDA-NOS A CHEGAR LÁ DE CARRO OU A PÉ,,,,,,, NÓS PERCORREMOS DOS DOIS MODOS,,,,, DADO QUE PASSEAMOS PELAS REDONDEZAS!!!

A CAPELA SIMPLES NA SUA ARQUITECTURA!!!



ISTO FAZ PARTE DE UM CHAFARIZ JÁ NÃO EXISTENTE,,,, E DE UMAS CISTERNAS QUE JÁ O NÃO SÃO!!!!


NUM PEQUENO NICHO ENCONTRASSE ESTE PEQUENO QUADRO EM AZULEJO,,,,, DEVENDO SER DA ÉPOCA DA CONSTRUÇÃO DA CAPELA MAS QUE......... MESMO RESGUARDADO POR GRADES,,,,,,,, ALGUNS DESTRUIDORES DE PATRIMÓNIO SE ENTRETÊM A FAZER TIRO ÁS IMAGENS E INSCRIÇÕES NELE DESCRITAS!!! 


TODA A PAISAGEM ENVOLVENTE É ASSIM,,,,,,,PEDRAS E ÁRVORES POUCO VESTIDAS!!!

RUMO AO MIRADOURO.......FAZ-SE BEM!!!

QUASE A CHEGAR,,,,,,,,COM MUITA LUZ DO SOL!!!!


ALGUMAS INSCRIÇÕES EM PEDRAS IDENTIFICANDO O LOCAL!!!

MAIS UNS DEGRAUZITOS TOSCOS!!!



SOLTEI MILHARES DE POMBAS VOANDO 



Soltei milhares de pombas, voando 

Com elas eu fui, feliz viajar 

Vi coisas lindas, tão belas 

De admirar. 

Campos de searas, a verdejar 

Ou de trigo loiro, capaz de ceifar. 

Vi flores lindas, de todas as cores 

Ao sol ou á chuva, vi tudo a brilhar. 

Como é linda a terra, 

E como é bom que os homens 

A saibam cuidar. 

Parando aqui ou ali, para descansar 

Com tristeza vi… 

Não é só beleza, o que se vê do ar. 

Também vi miséria de arrepiar 

Vi destruição 

Crianças famintas, disformes 

Horrores da guerra, da seca 

Da falta de pão 

Para se alimentarem. 

A sonhar 

Soltei milhares de pombas 

Voando 

Com bandeiras brancas 

Anunciando a paz. 



Lídia Frade
E A CHEGADA AO CRUZEIRO!!! OU AO MIRADOURO!!!

UMA BONITA IMAGEM NA CHEGADA!!!


E MUITA LUZ MUITO SOL!!!



UMA VISTA SOBRE O AERÓDROMO DE TIRES E CASCAIS,,,, ONDE TRABALHA MEU PAULINHO!!!
 

AS LINDAS CORES DA NATUREZA!!!
 Vida


São pequenos nadas
São complementos, feitos de razão
Ou tentativas de viver
Por cada coisa sua paixão
Por tudo o que não for
Viver em vão.

Pelo prazer de ter, ou ser
Pelo prazer de estar, e amar.

Sem deixar que o tempo,
Devore a vida.
Mas que seja a vida
A devorar o tempo
Sem sofreguidão.

Que se faça, dos momentos certos
A grandeza de uma alvorada
Em cada dia da vida
Quando nasce a madrugada.

POEMA DE LÍDIA FRADE



UM BOM LOCAL PARA PIC....NIC;;;; JUNTO DA CAPELA,,,, ONDE SE PODE CHEGAR DE CARRO,,,, E COM VASTO PARQUE!!!

FIM DESTA REPORTAGEM,,,,,,,,, AINDA VOS RESERVO MAIS UMA DESTA VIAGEM,,,,,,,PARA OS PRÓXIMOS DIAS