PERDIDO NO
TEMPO
NATAL
Com memórias
de infância
Com
histórias guardadas
De quando
era criança
Natal, das
bonecas de trapo
Que a avó
Quina fazia
De qualquer
farrapo.
Natal, dum
presépio de papel
Com figuras
recortadas
Mas pintadas
sem pincel.
Natal dos
sapatinhos
Deixados na
chaminé
Onde Jesus
descia, pelo seu pé.
Natal das
broas
Que a mãe
amassava e cozia
E de manhã,
com uma moeda
No sapato
aparecia.
Natal onde,
com uma broa
Que era da
mãe, não de Jesus
Se acabava a
magia.
Natal
simples Natal
Quando a um
monte subia
Um pinheiro
vivo cortava
Um monte de
musgo arrancava
Da terra
onde água vertia.
Natal, onde
uma árvore
Num canto da
casa se erguia
Onde
enfeites não havia
Onde um
moleiro de trapos subia
E farinha
num saco trazia
Que era
visto como símbolo
E na casa o
pão garantia.
Natal onde
flocos de algodão
Simbolizavam
magia, da neve
Que em
Dezembro caia.
NATAL NATAL
NATAL
De corações
e braços abertos
Vazios de
coisas inúteis
Mais de
corações despertos!
Natal, este
sim, sem coisas fúteis.
Lídia Frade
DE DUAS CONCHA QUE O MEU NETO BERNARDO ME OFERECEU, AINDA MUITO PEQUENO, HOJE COM 15 ANOS É BEM MAIOR DO QUE EU!!!
FIZ ESTE SUPORTE PARA UMA LINDA E CHEIROSA VELINHA!!!
POEMA E ARRANJOS DE LÍDIA FRADE!!!






























