domingo, 12 de outubro de 2014

CASTELO DE VIDE++++++ CASTELO E VILA!!! CAMINHEIROS DE CASTELOS EM TEMPO DE FÉRIAS!!!



Perde-se nas brumas do tempo e das lendas a razão pela qual foi criada uma praça-forte neste local. Esta dúvida que só a arqueologia poderá esclarecer com segurança, estaria possivelmente relacionada com a morfologia dos solos que juntamente com factores de estratégia de ordem territorial, uma vez que era necessário consolidar as recém conquistadas terras, levaram a que se fixasse um espaço defensivo e criar condições para possivelmente existentes e novas populações.

Sabe-se por Rui de Pina que em 1299 Castelo de Vide era ainda "lugar etã maís chão q forte" ainda que desde essa data seja apelidado de "Castel da Vide" e que Afonso Sanches, filho de D. Afonso III, iniciou obras de reconstrução das muralhas que foram continuadas pelo seu irmão, D. Dinis , ficando finalmente concluídas no reinado de D. Afonso IV.

APÓS A VISITA A MARVÃO, AQUI ESTAMOS A CAMINHO DE CASTELO DE VIDE!!!!


NA PRAÇA PRINCIPAL FICA A CÂMARA MUNICIPAL E IGREJAS JÁ POR MIM CONHECIDA POIS FOI A 2ª VEZES QUE AQUI ME DESLOQUEI!!!










Sabe-se por Rui de Pina que em 1299 Castelo de Vide era ainda "lugar etã maís chão q forte" ainda que desde essa data seja apelidado de "Castel da Vide" e que Afonso Sanches, filho de D. Afonso III, iniciou obras de reconstrução das muralhas que foram continuadas pelo seu irmão, D. Dinis , ficando finalmente concluídas no reinado de D. Afonso IV.




Estes melhoramentos dotavam esta praça de melhores condições defensivas alargando a cintura de muralhas, abrangendo o poço inicialmente de fora protegendo a sua entrada que era feita pelo interior do burgo. Uma linha de novas muralhas englobou a cidadela e o aglomerado populacional que já se havia estabelecido fora dela. Foi construída uma importante torre de menagem, periférica e saliente relativamente aos muros, para melhor defender o lado Sul, de mais fácil acesso e ataque. Todos estes reforços no sistema defensivo são indicativos da crescente importância que Castelo de Vide representava em termos estratégicos, tendo o s seus muros experimentado as máquinas de guerra e os assédios durante os conflitos com Castela, em que o nosso país foi fértil durante a Idade Média, como na manutenção municipalidade, adquirida em 1276 quando Castelo de Vide se libertou do termo de Marvão para formar o seu próprio concelho.




Lentamente ocorre a expansão urbana fora das muralhas do castelo, ainda durante o século XIV. As condições da encosta Sul, com boa exposição solar e um declive mais suave, em detrimento das vertentes Norte e Oeste, mais escarpadas e ventosas, determinaram a expansão deste arrabalde. A fundação de várias igrejas e ermidas extramuros estabeleceram com o castelo eixos preferenciais de estruturação da paisagem. Assim aconteceu com o eixo de comunicação que desde a entrada do castelo procurou encosta abaixo a ermida de Santa Maria, fundada em 1311 no local da actual Matriz. Este eixo foi certamente uma das mais antigas vias de expansão, estabelecendo ainda a separação entre as duas vertentes da encosta e também entre o outro arrabalde onde a nascente, a fonte de água, já utilizada pelos habitantes do burgo em tempo de paz, determinou a expansão urbana para esta vertente, compensando assim, os declives mais acentuados e a exposição solar menos privilegiada. Não se sabe ao certo se um dos arrabaldes terá surgido primeiro que o outro, mas o mais provável será terem-se desenvolvido na mesma época vindo este a ser paulatinamente utilizado pelos judeus que de Castela e Aragão procuravam refúgio após a sua expulsão do reino vizinho. Muitos se terão estabelecido em Castelo de Vide por estar próxima da fronteira e da portagem de Marvão, fazendo aumentar a comunidade judaica aqui existente e certamente contribuindo para o desenvolvimento que iria caracterizar a Vila.






É possível ter uma ideia, ainda que um pouco falível, do desenvolvimento urbano que a vila apresentava até ao século XVI pelos desenhos de Duarte d' Armas, as mais antigas representações que se conhecem da vila, onde se pode verificar que no primeiro quartel do século XVI, ambas as vertentes da encosta se encontravam construídas.






A população dedicava-se à agricultura, cultivando a vinha, o linho, a oliveira, frutas e cereais e também à criação de gado. Também a indústria da moagem aqui se desenvolveu, com várias azenhas a funcionar ao longo das ribeiras de Vide e de Nisa, assim como a indústria da fiação de lã, tendo como suporte os gados que eram criados no termo da Vila. A partir dos finais do século XV, princípios do XVI, a fiação da lã adquiriu uma tal importância, que já anteriormente a D. João III (1521-1557), era um dos principais mesteres de Castelo de Vide e os seus habitantes passaram a ser apelidados de "Cardadores," Os 885 vizinhos que possuía em 1527 subiram para 1400 em 1572, e para 1600 em 1603. Na base deste surto populacional esteve o incremento da produção agrícola, da tecelagem e do comércio com Espanha.


A VILA ATRAVÉS DAS MURALHAS DO CASTELO!!!




UMA ESTÁTUA DE UM GUERREIRO ESCULPIDA EM MADEIRA POR AUTOR DESCONHECIDO!!!


ESCULTURA DE GUERREIRO AUTOR CONTEMPORÂNEO!!!



EXPOSIÇÃO PATENTE NO CASTELO


ENTRE MURALHAS FAZ-SE EMBELEZAMENTO E ORNAMENTOS!!!


SALA DE EXPOSIÇÕES NO CASTELO

OUTRA EXPOSIÇÃO PATENTE É SOBRE SALGUEIRO MAIA, HERÓI PRINCIPAL DE ABRIL E FILHO DE CASTELO DE VIDE!!!

UMA HOMENAGEM DE SOPFIA DE MELLO BRAYNER A SALGUEIRO MAIA!!!

A SALA COM PERTENCES DE SALGUEIRO MAIA!!!




O foral novo (D. Manuel, 1512) determina as normas sob as quais a vila deveria ser administrada. Não apenas novas leis são estabelecidas como também a administração dos espaços públicos e a organização dos respectivos limites. É neste momento que a instalação do mercado na grande praça (Rossio) foi regulamentada. Esta área, uma vez integrada no tecido urbano, cedo adquiriu o estatuto da praça principal que manteve até aos nossos dias, determinando as referências para o desenvolvimento dos novos bairros.

O sistema de ruas paralelas que cresceram na encosta de São Roque a partir dos finais do século XVI, prova com clara evidência esta relação com o "Rossio" e os sinais de um esquema preconcebido.






Apesar dos frequentes conflitos com Espanha, nos princípios do século XVI, a vila não viu as suas fortificações serem ampliadas. A fortaleza medieval assegurou até bastante tarde a protecção e a defesa do território adjacente.

Contudo, o conflito que se seguiu aos 80 anos de domínio espanhol (de 1580 a 1640) trouxe de novo a necessidade de novas muralhas. Os trabalhos da fortificação de Castelo de Vide fizeram parte de uma campanha global de visava a renovação da totalidade da linha de fronteira.

ENTRAMOS AQUI NA VILA INTERNA E POVOADA DO CASTELO, DA PRIMEIRA VEZ NÃO TINHA AQUI ENTRADO, GOSTEI DE VER ENCONTRAMOS LOGO UMA RESIDENTE SENTADINHA NUM BANCO PUBLICO ESPERANDO O SOL APARECER!!!

SEGUIMOS EM FRENTE E ENCONTRAMOS UM BAIRRO TODO FLORIDO, EM CADA RUA TINHA ATÉ EM ALGUMAS RUAS PLACAS AFIXADAS DE UM CONCURSO EXISTENTE DE CADA RUA FLORIDA!!!



ESTA PORTA ESTAVA QUASE TOTALMENTE TAPADA COM ESTE LINDO ELEIO COM FLORES DA JASMIM LINDAS E CHEIROSAS!!!

O ESPAÇO É POUCO MAS ENTRE AS PEDRAS DO CHÃO CRESCEM AS FLORES!!!

ENTRE CALÇADAS IRREGULARES DENTRO DAS MURALHAS, A BELEZA DAS FLORES
CEM ESQUECER QUE AQUI TAMBÉM É PORTUGAL, ALI BEM VISÍVEL ESTÁ A B ANDEIRA PORTUGUESA!!!




COM TAIS GRADES DEVIA TER SIDO ALI A CADEIA!!!




OS PRIMÓRDIOS DAS MURALHAS QUE QUASE SEGURA A MAIS DÉBIL E VELHA TORRE ONDE OS SINOS JÁ NÃO TOCAM E O RELÓGIO JÁ NÃO DÁ HORAS, A ATUALIDADE DA REFERENCIA DE UM RANCHO FOLCLÓRICO!!!

AQUI UMA MORADORA PINTA A PAREDE!!!

E NUM LOCAL E RUA MAIS LARGA UM EMPEDRADO COM ARTE!!






A guerra com Espanha durante 28 anos (de 1640 a 1668), foi tempo suficiente para a organização de uma operação efectiva conjunta do governo, do exército e com o precioso conhecimento de diversos engenheiros militares que introduziram as inovações da arte de fortificar francesa e inglesa.

1641 foi o ano do início de uma longa campanha de trabalhos em Castelo de Vide, no entanto, só após uma década decorrida a linha fortificada por bastiões começou a ter forma, repondo uma frágil barreira de paliçadas que, em muitos pontos, constituía a única forma de defesa.

A realização destes trabalhos, nos princípios do século XVIII, teve como consequência, a partir de então, uma forte restrição da expansão urbana da vila. O tecido urbano foi crescendo gradualmente preenchendo o centro com casas senhoriais que foram construídas pela aristocracia e nobreza.

Além da longa linha de muralhas abaluartadas, os trabalhos incluíram o envolvimento da antiga fortaleza medieval com uma linha de baluartes e revelins, a construção de uma outra fortaleza (1705) na colina de São Roque e a adaptação da antiga cidadela às exigências da artilharia e aos novos sistemas defensivos.






De 1704 a 1708 outro conflito com Espanha infringiu diversas destruições na região. Em Castelo de Vide a fortificação serviu novamente os seus desígnios, no entanto, muitas partes ficaram bastante destruídas, em particular a torre de menagem medieval que ficou muito arruinada.

Em 1710, sendo governador da praça militar Manuel de Azevedo Fortes, uma outra linha abaluartada foi terminada com vista à protecção do Convento de São Francisco, de duas igrejas e de um pequeno bairro que ficou exterior aquando da primeira fortificação.

Durante o século XVIII a vila sofreu um desenvolvimento urbanístico lento, com a maior parte das construções a tornarem-se compactas uma vez que, eram constrangidas no interior das muralhas. O número das residências e o conjunto da população atingiu o seu máximo no fim do século (1700 fogos com 7000 habitantes).


Embora não ocorram novas obras de conservação nas muralhas a partir do século XVIII, Castelo de Vide continuou até meados do século XIX com a imagem inalterada, passando por um período de declínio das industrias de tecelagem (em parte devido à criação das manufacturas em Portalegre), com as ocupações militares e consequentes destruições espanholas e francesas e a guerra civil, tendo tido um papel activo na nossa história militar, erguendo-se contra os franceses e participando nas lutas civis que avassalaram Portugal durante o século XIX

Quando, em 1823, a guarnição militar saiu definitivamente de Castelo de Vide, os baluartes e muralhas foram abandonados ou vendidos a proprietários privados.




Em 1836 é suprimido o município de Póvoa e Meadas que passa a estar integrado no de Castelo de Vide.

A situação foi invertida quando alguns factores de progresso produziram novamente um impulso no desenvolvimento, algumas vezes a custo de destruição de elementos com valor como é o caso de em 1852 justificaram, a demolição de um imponente arco romano da Aramenha, o qual tinha sido trazido do concelho vizinho de Marvão e reconstruído para ser a principal entrada forte do séc. XVIII no perímetro fortificado. Algumas obras públicas, que passaram pela construção das novas estradas para Marvão, em 1878, para a estação do caminho de ferro que ligava Lisboa a Madrid e a que fazia a circunvalação à Vila e que passava pela Quinta do Prado onde eram aplicadas novas tecnologias na agricultura e no fabrico de "champanhe" por parte da família Le Coq.



Um novo período de ascensão económica e social começa a perceber-se em meio do século XX, com um aumento do turismo nesta região tendo por base as águas minerais abundantes e diversificadas das várias nascentes que traziam os forasteiros a esta Vila, bem como a posterior engarrafamento e comercialização da água proveniente da Fonte da Mealhada. Pela primeira vez desde o meio do século XVIII cresce o tecido habitacional com a construção de vários bairros extramuros.

O casario branco, as inúmeras fontes, os solares oitocentistas, os portais góticos, as 12 igrejas (das 31 existentes no Concelho), os parques e jardins, os recantos pitorescos de construções de arquitectura modesta mas sóbria, a Judiaria, o Canto da Aldeia... são alguns dos singulares valores que tornaram a Notável Vila de Castelo de Vide conhecida mundialmente, sendo hoje o Turismo o sector principal do seu desenvolvimento social e económico.




Bibliografia:

. Susana Maria de Quintanilha e Mendonça Mendes Bicho, A Judiaria de Castelo de Vide (contributos para o seu estudo na óptica da conservação do património urbano), Évora, Dezembro de 1999.

. Ana Rita Santos Jorge, The Old "Burgo" of Castelo de Vide - Portugal - Safeguard and Conservation, Junho de 1991.

UM LOCAL QUE ABRIGA O RANCHO FOLCLÓRICO!!!

UMA CAPELA ONDE A DIGNIDADE RELIGIOSA SE CULTIVA!!!


FINAL DA MINHA REPORTAGEM, FIXO NA ENTRADA E NA MURALHA DO CASTELO, A PRIMEIRA HOMENAGEM DO MUNICÍPIO AO SEU HERÓI FILHO E CONTERRÂNEO!!!

FOROS DE LÍDIA FRADE

http://lidyhart.blogspot.com/ NÃO DEIXE DE VISITAR!!! PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

PORTALEGRE CHUVOSO, NESTE NOSSO 2º DIA DE FÉRIAS!!!

UM POUCO DA HISTÓRIA DA CIDADE
http://pt.wikipedia.org/wiki/Portalegre_(Portugal)
É provável que no século XII existisse um povoado no vale a leste da Serra da Penha. O nome de Portalegre, onde uma das actividades importantes seria a de dar abrigo e mantimentos aos viajantes (daí o nome de porto, ponto de passagem ou abastecimento). Sendo o local aprazível (alegre), nomeadamente pelo contraste das suas encostas e vales verdejantes com a paisagem mais árida e monótona a sul e norte, a povoação prosperou e sabe-se que em 1129 era uma vila do concelho de Marvão, passando a sede de concelho em 1253, tendo-lhe sido atribuído o primeiro foral em 1259 por D. Afonso III, que mandou construir as primeiras fortificações, as quais não chegaram a ser completadas.nt 2 Juntamente com Marvão, Castelo de Vide e Arronches, Portalegre foi doada por D. Afonso III ao seu segundo filho, Afonso.10
O rei seguinte, D.Dinis, mandou edificar as primeiras muralhas em 1290, as quais ele próprio viria a cercar durante 5 meses em 1299, na sequência da guerra civil que o opôs ao seu imrão, que reclamava o trono alegando que D. Dinis era filho ilegítimo. Nesse mesmo ano, D. Dinis concederia a Portalegre o privilégio de não ser atribuído o senhorio da vila «nem a infante, nem a homem rico, nem a rica-dona, mas ser d’ el-Rei e de seu filho primeiro herdeiro».
O Plátano do Rossio ou Plátano de Portalegre é um Plátano plantado num jardim da cidade Portalegre, em Portugal, cuja sombra é muito apetecível principalmente
2 kB (332 palavras) - 00h48min de 9 de julho de 2014


COMO A IDADE RECOMENDA.......NÃO SAINDO DO MESMO LOCAL TODOS OS GRANDES BRAÇOS ESTÃO APOIADOS EM BENGALAS DE SUPORTE, PARA QUE CONTINUE A ENVELHECER NUMA LONGITUDINAL VIDA DE QUALIDADE E SEM PERIGO PARA OS QUE PROCURAM A SUA SOMBRA, NAS TEMPERATURAS ALTAS DO ALENTEJO!!!

PRESERVANDO E CONSERVANDO COM AMOR!!!

A MINHA HOMENAGEM AOS QUE CUIDAM!!!

ESTA CIDADE PELO QUE ME FOI DITO.....NÃO TERIA UM HOTEL DIGNO DO NOME PARA PERNOITAR-MOS, MAS FOMOS SURPREENDIDOS UM UM MODERNO HOTEL, PEQUENO MAS COM UMA QUALIDADE E DIGNIDADE APRECIÁVEIS!!!
FOI CAROTE CONFESSO..... 85 EUROS UMA NOITE, MAS A MODERNIDADE, QUALIDADE, E LOGO ALI UMA MOSTRA DA HISTÓRIA DA CIDADE A ENFEITAR O TETO DO QUARTO, ATÉ AS FOLHAS DOS PLÁTANOS QUE FAZEM PARTE DOS SÍMBOLOS DA CIDADE ALI ESTAVAM A DAR-NOS AS BOAS VINDAS!!!






Portalegre é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Portalegre, situada na região do Alentejo, sub-região do Alto Alentejo, que em 2011 tinha 15 642 habitantes.2
É sede de um município com 446,24 km² de área e 24 930 habitantes (2011), subdividido em 10 freguesias, limitado a norte pelo município de Castelo de Vide, a nordeste por Marvão, a leste pela Espanha, a sul porArronches e Monforte e a oeste pelo Crato.
O distrito conta com 15 concelhos: Alter do Chão, Arronches , Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas,Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel.



PASSARAM VINTE ANOS, TALVEZ PERTO DE TRINTA, E EIS-ME NA PROCURA DO LOCAL DESTA CAPELA QUE EU TINHA CONHECIDO, APENAS NO CIMO DE UM MONTE DE TERRA SEM ARRANJO NEM BELEZA, NESTE DIA, O SEGUNDO DAS MINHAS FÉRIAS CHUVOSAS, NEM QUERIA ACREDITAR NA TRANSFORMAÇÃO TOTAL DO LOCAL!!!
ADOREI VER, ESTÁ LINDA A CAPELA DO CALVÁRIO, SEMPRE IGUAL, MAS TOTALMENTE DIFERENTE!!!!

CAPELA DO CALVÁRIO HOJE TODA BENEFICIADA POR UMA MURALHA E ARRANJO CIRCUNDANTE QUE LHE CONFERIU UMA GRANDE DIGNIDADE!!! 




Portas da antiga muralha[editar | editar código-fonte]

No passado existiam 7 portas (alguns estudiosos falam em 8), das quais só subsistem 5, nomeadamente:12
Porta de Alegrete, século XIII
Igreja do Bonfim
  • Porta de Alegrete ou de São Francisco, conhecida hoje por Arco de Santo António, no extremo ocidental da Praça da República (antigo Corro) 39° 17' 24.8" N 7° 25' 50.9" O



POR TODA A CIDADE EXISTEM ELEMENTOS DE ARQUITETURA LINDÍSSIMOS, SEJAM PALÁCIOS OU SIMPLES CASAS DE ABITAÇÃO!!!



Na cidade[editar | editar código-fonte]




NÃO ENCONTREI PLACA, MAS PARECIA SEPULTURAS, COM LÁPIDES,  DESENHOS DESENHADOS E GASTOS NAS PEDRAS, DE VARIADOS ELEMENTOS INCLUINDO AS FOLHAS DE PLÁTANOS, ELEMENTOS DA SERRA DE S. MAMEDE, QUE CIRCUNDA A CIDADE!!!

AS MURALHAS SE LIGAM NAS CASAS DE ABITAÇÃO  OU SERVIÇOS AO LONGO DA CIDADE!!!

O Castelo de Portalegre localiza-se na freguesia da Sé, cidade e concelho de Portalegre, no distrito de mesmo nome, em Portugal.
Em posição dominante sobre a povoação, destaca-se pelo contraste entre a cor escura das suas muralhas e o branco da cal das casas em redor. Sua primitiva função era a defesa da raia alentejana, frente a Castela






FOTOS DE LÍDIA FRADE
VENDO E REVENDO A CIDADE DE PORTALEGRE PARA VOS MOSTRAR NESTE MEU ESPAÇO DE AMIGOS!!!



UM LINDO PÓRTICO INTEGRADO NO CONVENTO E ESCOLA DA G. N. R.



UM PÓRTICO IDÊNTICO, NA ENTRADA PRINCIPAL POR ONDE ACABAVA DE ENTRAR UM GRANDE GRUPO DE ELEMENTOS DE REGRESSO EM EXERCÍCIOS, DE FUTUROS GNR 

AGORA A MINHA CURIOSIDADE VOLTASSE PARA ESTE FRUTO NUMA PEQUENA ÁRVORE, PLANTADA NUM JARDIM!!! 

NÃO CONHEÇO E CONSEGUI FAZER ESTAS FOTOS, SE ALGUÉM ME SOUBER ESCLARECER QUE FRUTO É AGRADEÇO!!!

BEIJINHOS AOS VISITANTES 
DEIXEM ALGUMAS PALAVRAS SOBRE A VISITA
BEIJINHOS LÍDIA