quinta-feira, 11 de novembro de 2010

GOLEGÃ E SEU AMBIENTE DA FEIRA DO CAVALO






ÉGUAS E CAVALOS LUSITANOS DA COMPANHIA DAS LEZIRIAS

FOTOS LÍDIA FRADE

GOLEGÃ E SEU AMBIENTE DA FEIRA DO CAVALO

A FAMILIA NO SEU CAVALO ALAZÃO LINDISSIMO
GOLEGÃ NO SEU PICADEIRO DE DEMONSTRAÇÃO DOS BELOS EXEMPLARES
ESTES LINDOS PONEIS QUE FAZEM AS DELICIAS DOS VISITANTES PELA SUA GRACIOSIDADE
ESTÁTUA DE HOMENAGEM A MANUEL DOS SANTOS GRANDE TOUREIRO
IGREJA MATIZ DA GOLEGÃ COM SEU LINDISSIMO PÓRTICO MANUELINO

FOTOS LÍDIA FRADE

NA GOLEGÃ ENCONTREI ESTA CASA PARA AS MINHAS CASAS ESPECIAIS


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

CARNAVAL NA INFÂNCIA

18º CAPITULO

CARNAVAL NA INFÂNCIA

Quando chegava o Carnaval, Dalila e Amália iam sempre para a Atalaia passar esses dias pois na Ponte do Celeiro não havia bailes, nem festas de Carnaval.
Assim, normalmente vinha o primo Alberto buscá-las na carroça, ele era um pouco mais velho mas era já muito exímio na condução do macho e da carroça. Depois, juntavam-se à prima Clarisse, e aos tios. Gostavam muito que elas fossem para lá, os primos eram quase todos da mesma idade.

O Carnaval de Atalaia era sempre rijo, bailes nos três dias, cegadas, e mascarados, os macholhos - que eram alguns homens, movimentando-se como simbolizando um grande animal, tapados com panos de serapilheira.
Esse macholho era organizado para se fazer as críticas sociais da terra, aproveitando assim o Carnaval! Alguém habilidoso escrevia os textos, normalmente em verso, outros eram apenas buchas metidas a gosto do que fazia de mestre, e que o dito ia apontando com a cabeça, ou apontando as vítimas, indo na sua direcção.

Já o ‘enterro do bacalhau’ que normalmente era feito por um grande grupo da Póvoa da Isenta e que por sua vez se deslocavam de terra em terra, era também de críticas sociais mas em grandes textos teatralizados, por mais de uma hora, e onde teria sempre de existir um Réu e um Juiz.

Deslocavam-se sempre para essas suas apresentações transportados por um tractor ou até numa camioneta, que lhes servia depois de palco para a sua representação, paravam no largo maior de cada terra, e assim se ajuntava todo o publico disponível para ver o seu trabalho.

Julieta fazia sempre um traje de Carnaval para as filhas - seria sempre o mesmo enquanto servisse - e normalmente era sempre de saia vermelha de flanela, bordada com lã. A de Dalila tinha até numa das vezes flores bordadas e barra preta, e a de Amália umas flores coloridas, e envergavam ainda blusa florida, lenço na cabeça e chapéu por cima, e aí ficavam elas todas vaidosas com as suas roupas de Carnaval.

Num desses Carnavais Deodato levou as coisas necessárias para uma adega da família, para poder assim fazer mais algum negócio nas noites de Carnaval, dado que ficava também perto da casa do baile.
Perto das quatro da manhã, quando voltaram para casa, na Ponte do Celeiro, ao chegarem à taberna que era do Deodato – pois era até lá que eles por vezes ficavam, tinham lá um quarto no sótão – constataram que tinham arrombado a porta, roubaram o que lhes dava jeito, e como decerto os ladrões sabiam onde eles estavam, banquetearam-se com todo o tempo, e à sua maneira.

Como era Carnaval Julieta tinha matado uma galinha, fê-la corada para o jantar, mas comeram pouco, estava a galinha quase inteira, e então os ladrões comeram a galinha e o acompanhamento, deixaram lá só os ossos e restos em cima da mesa.

CONTINUA NO PROXIMO CAPITULO

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

POEMAS DESCRITIVOS DO LOCAL DA FAZENDA ONDE VEIO A LUZ AO MUNDO



RECORDAÇÕES

Recordo os pássaros
Chilreando nos salgueiros
E o vibrante cantar das rãs
Na corrente lenta dos regueiros.
Chapinhar descalça, livremente
Na água límpida da rega
Que corria docemente.

RECORDO…

A música suave, tocada pela brisa
Na folha das caneiras
E de brincar às casinhas
Sob a grande copa das nespereiras

RECORDO…

Quando subia a cada arvore
Ofegante de ansiedade
Escalando o ramo mais alto
Sentir total liberdade.
Apanhar a fruta fresca
Que mais me fosse de agrado
Comê-la ali, reluzente e sumarenta
Que prazer… só hoje valorizado.


Poema do Livro "UMA PEDRA NO CHARCO Refugio" de Lidia Frade


PELO MEU OLHAR

Penetro o meu olhar
Na noite branca
Ou em camadas suspensas
De atmosferas nebulosas
Banhadas de luar

Presente em meu olhar
Uma casinha branquinha,
Baixinha
Entre montes abrigada
Entre nascentes, cantada.

Imagens filmadas
Lembranças guardadas
Rebuscadas
Pelo meu olhar,
E pela minha capacidade
De sonhar.

Acordo… abrindo os olhos
Ao dia que nasce,
Enquanto assim vai
Nascendo o sol,
Que na minha janela
Já sorri para mim!

E vejo o invisível
Através da distância,
A minha casinha
Branquinha, baixinha,

Entre montes abrigada
Entre nascentes, cantada
Recatada, encantada
E guardada,
Pela minha capacidade
De sonhar.

Poema do Livro "A FAZENDA ONDE VEIO A LUZ AO MUNDO" de Lídia Frade

A TABERNA E O CHAFARIZ AO LADO

CAPITULO 17º
ESTE O CHAFARIZ QUE AINDA CONTINUA A DAR DE BEBER A QUEM PASSA E QUER PARÁR, MESMO ALI AO LADO.
ESTA CASA UM POUCO AO ABANDONO É A TABERNA DESCRITA NO CAPITULO 17º DA FAZENDA ONDE VEIO A LUZ AO MUNDO.

domingo, 31 de outubro de 2010

A TABERNA



16º CAPITULO

A TABERNA
A certa altura Deodato achou por bem arrendar uma taberna que já existia na beira da estrada, era junto do Chafariz do Cabeço de Almodelim, onde faziam uma paragem, da tal carreira do Vinagre.

Ali bem junto, despontava uma fonte de água nascente que corria de uma mina, de noite e dia, e aonde todos vinham buscar água, algumas mulheres com bilhas na cabeça, e desde um quilómetro de distância, outros em burros com cêrões, feitos de bunhos ou de vimes, ou ainda uns alforges grandes, onde se pudesse colocar uma quarta de cada lado, cheias de água.
Era principalmente aí onde todas as pessoas paravam para beber, ou da fonte, ou ainda, no caso dos apreciadores da taberna, ali mesmo ao lado.

Havia uma pia para onde a água passava sempre em corrente, era mais uma espécie de tanque pequeno. Naquela época já de pouco servia mas, quando há muitos anos foi criado, era para dar de beber aos animais, no percurso das suas viagens, fossem eles burros, cavalos bois ou machos, pois eram os animais que mais viajavam e em que se andava.
Do lado de baixo da estrada existia um grande tanque, onde algumas pessoas iam lavar a roupa, pagando um escudo por cada dia de lavagem.

CARNAVAL NA INFÂNCIA
Quando chegava o Carnaval, Dalila e Amália iam sempre para a Atalaia passar esses dias pois na Ponte do Celeiro não havia bailes, nem festas de Carnaval.
Assim, normalmente vinha o primo Alberto buscá-las na carroça, ele era um pouco mais velho mas era já muito exímio na condução do macho e da carroça. Depois, juntavam-se à prima Clarisse, e aos tios. Gostavam muito que elas fossem para lá, os primos eram quase todos da mesma idade.


O Carnaval de Atalaia era sempre rijo, bailes nos três dias, cegadas, e mascarados, os macholhos - que eram alguns homens, movimentando-se como simbolizando um grande animal, tapados com panos de serapilheira.
Esse macholho era organizado para se fazer as críticas sociais da terra, aproveitando assim o Carnaval! Alguém habilidoso escrevia os textos, normalmente em verso, outros eram apenas buchas metidas a gosto do que fazia de mestre, e que o dito ia apontando com a cabeça, ou apontando as vítimas, indo na sua direcção.

Já o ‘enterro do bacalhau’ que normalmente era feito por um grande grupo da Póvoa da Isenta e que por sua vez se deslocavam de terra em terra, era também de críticas sociais mas em grandes textos teatralizados, por mais de uma hora, e onde teria sempre de existir um Réu e um Juiz.
Deslocavam-se sempre para essas suas apresentações transportados por um tractor ou até numa camioneta, que lhes servia depois de palco para a sua representação, paravam no largo maior de cada terra, e assim se ajuntava todo o publico disponível para ver o seu trabalho.

Julieta fazia sempre um traje de Carnaval para as filhas - seria sempre o mesmo enquanto servisse - e normalmente era sempre de saia vermelha de flanela, bordada com lã. A de Dalila tinha até numa das vezes flores bordadas e barra preta, e a de Amália umas flores coloridas, e envergavam ainda blusa florida, lenço na cabeça e chapéu por cima, e aí ficavam elas todas vaidosas com as suas roupas de Carnaval.

Num desses Carnavais Deodato levou as coisas necessárias para uma adega da família, para poder assim fazer mais algum negócio nas noites de Carnaval, dado que ficava também perto da casa do baile.
Perto das quatro da manhã, quando voltaram para casa, na Ponte do Celeiro, ao chegarem à taberna que era do Deodato – pois era até lá que eles por vezes ficavam, tinham lá um quarto no sótão – constataram que tinham arrombado a porta, roubaram o que lhes dava jeito, e como decerto os ladrões sabiam onde eles estavam, banquetearam-se com todo o tempo, e à sua maneira.

Como era Carnaval Julieta tinha matado uma galinha, fê-la corada para o jantar, mas comeram pouco, estava a galinha quase inteira, e então os ladrões comeram a galinha e o acompanhamento, deixaram lá só os ossos e restos em cima da mesa.

CONTINUA NO PROXIMO CAPITULO

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

SALINAS DE SAL GEMA DE RIO MAIOR

1 SACO DE 10 KILOGRAMAS CUSTA 2,50 €

SALINAS DE SAL GEMA DE RIO MAIOR

SALINAS DE SAL GEMA DE RIO MAIOR

O SAL TEM UMA COLHEITA DE VERÃO APENAS, É O SOL QUE AJUDA A PRODUÇÃO
AQUI UM PLANO APERTADO DOS CANTEIROS DE PRODUÇÃO EM TEMPO DE REPOUSO
LOGO QUE COMEÇA AS PRIMEIRAS CHUVAS, DEIXA DE HAVER CONDIÇÕES NATURAIS
FOTOS DA PEQUENA EXTENÇÃO DE EXPLORAÇÃO DAS SALINAS DE RIO MAIOR

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

POR DO SOL NA PRAIA DO BALEAL

A ULTIMA FOTO FRENTE A POLICIA E EM CONTRAMÃO
VISTA DA ILHA, A VISITAR E FOTOGRAFAR PROXIMAMENTE
PRAIA LADO NORTE
ALI.....A PASSAGEM PARA A ILHA DO BALEAL
NO RECONHECIMENTO PELAS PRAIAS DO OESTE CENTRO PÔR DO SOL NO BALEAL
FOTOS LÍDIA

PELOS CAMINHOS DA FOZ DO ARELHO

FOTO DOS PRIMEIROS SOCORROS E, PALACETE NO ALTO DA FALÉSIA
NUMA TARDE DE LIMPEZA DA PRAIA....NA BAIA DA FOZ DO ARELHO


PELOS CAMINHOS DA FOZ DO ARELHO.... EM PLENO RECONHECIMENTO DE MUDANÇAS.

FOTOS LÍDIA FRADE

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A ROUPA E A QUINTA-FEIRA DE ASCENÇÃO

CAPITULO 16

A ROUPA E A QUINTA-FEIRA DE ASCENÇÃO



Quando chegava a Quinta-feira de Ascensão era sempre um dia muito especial, dia de estrear roupa nova, e num ano Julieta comprou ao Sr. Madeira um fioco de xadrez para fazer umas saias pregueadas, que a mãe alinhavava, e punha ainda goma, nas pregas, para depois passar a ferro, e ficarem bem vincadas.

Era só para Dalila e Amália, que eram as mais velhas. Comprou um tecido de pique amarelo, e fez as blusas de cava, decote quadrado, e abotoadas nas costas, e finalizava o conjunto com meias de algodão. Ficaram lindas e vaidosas.
*
Dalila e os outros colegas de escola iam apanhar a espiga e iam às cerejas, isto na quinta do Sr. Cordeiro. Iam brincar com a filha do caseiro, sua colega de escola, e a mãe dela arranjava um lanche para todos que comiam no jardim.

Depois de uma tarde de brincadeira, os ramos da espiga que tinham apanhado - oh! - já nem sabiam onde tinham ficado, e era ao regressar a casa que apanhavam outro, pois voltar a casa sem ramo de espiga não fazia sentido, uma vez que tinham saído em passeio precisamente para apanharem a espiga.

QUINTA-FEIRA DE ASCENÇÃO

De fato novo vestida
Quase sempre a estrear
Eu ia procurar a espiga
E cerejas apanhar.
Deste dia, em tal beleza,
Lembranças passadas, eu guardo
Porém sem grande certeza
Pelo seu significado.
Depois foi tempo de encanto
E o manter da tradição
Em bailaricos no campo
Com música de acordeão.
Dizia a avó, com carinho,
Deste dia tão guardado
Nem pássaros iam ao ninho
Em respeito a Cristo amado.

A FESTA DO VALE DE SANTARÉM

O Vale de Santarém ficava a cerca de dez quilómetros da Ponte do Celeiro e era uma das poucas terras que na época fazia as suas festas de Verão.
Os tios vivendo na Atalaia, e pais de Alberto e Clarisse, estavam convidados pelos compadres, que lá viviam, a ir lá passar as Festas, e então, certamente com a insistência dos filhos, que gostavam de ter as primas nos dias de festas especiais, lá foram convidadas também Dalila e Amália.

Para elas foi uma grande aventura, Alberto foi buscá-las de carroça da Ponte do Celeiro para Atalaia, e depois seguiram com os tios todos para a festa. Quando lá chegados, foi questão só de arrumarem a carroça e o macho. Os quatro primos juntaram-se aos dois afilhados dos tios, eram a Ana e o Artur, e foram todos para a festa, a procissão estava a começar a ser organizada.

A PROCISSÃO

Havia andores lindos,
E cheios de flores,
Santos elevados,
Pendões, estandartes,
Músicos fardados,
De passo certo aprumados,
Na banda a tocar.
Fogaceiras bonitas
Vestidas de branco,
Tabuleiros de ofertas
E bem recheados,
Com toalhas de rendas,
Que pareciam mantos.
Uma linda Juíza,
Vestida de azul,
Com folhos, laços, e rendas,
Que ocupavam seus espaços.
Anjinhos, de tiaras e asas,
Um padre vestido de branco,
Em túnica bordada,
Que causava espanto.
E a festa de noite,
Que era cheia de encanto,
Luzes coloridas, em flores e arcos,
Dançavam aos pares,
Ao som de músicos, nos palcos.
E havia o leilão, da fogaça…
Na cabeça da moça,
Onde não se entendia bem,
Se a fogaça ou a moça…
Subiam o lance a favor do pregão.

Mais… as quinquilharias... a fazer o seu negócio, Dalila tinha levado umas moedas que a mãe lhe havia dado, com a recomendação de não perder ou estragar, mas elas não gastaram sem fazerem uma análise sobre onde deveriam gastar as moedas, e chegaram a uma conclusão.

Elas, estavam na festa, e estava a ser lindo, portanto Dalila e Amália resolveram de comum acordo comprar umas bonecas que já tinham visto, para levar às manas que tinham ficado em casa, elas eram mais pequeninas, iriam gostar de ter as bonecas, e elas queriam dar-lhes essa alegria, elas tinham sido bem recebidas ali, não lhes faltava nada, e estavam felizes. Pensavam nas outras.

As bonecas eram diversas, havia-as de várias matérias, umas caras demais para as poucas moedas que tinham, outras pequenitas, de papelão, com um vestido mal feito, sem bainhas nem nada, eram pintadas de um rosa a fingir a pele, cor forte demais, os pés pintados de preto como se fossem sapatos, assim como o cabelo, pintado no papelão, os olhos a boca, e uns braços e pernas, que não eram flexíveis.

Mas eram umas bonecas feiinhas, era verdade, mas umas bonecas como elas nunca tinham tido, que apenas conheciam as de trapos feitas por elas, ou pela avó, e então aquelas eram sempre diferentes, e eram a prenda delas.
A festa estava ainda muito movimentada mas os tios tinham de voltar a casa, o trabalho esperava-os, e regressou-se assim a Atalaia e depois à Ponte do Celeiro, deram as bonecas uma à Lisete, outra à Graciete, e a felicidade delas foi grande ao vê-las.

Mas foram, as bonecas, sol de pouca dura na vida delas, como disse a avó Joaquina, logo a seguir, e na verdade poucos dias mais viram o sol nascer. Quando um dia vinham Dalila e Amália a chegar da escola, diz-lhes a avó de chofre: ‘as bonecas já morreram’. Pois foi isso mesmo, como elas eram moldadas em papelão e cola, Lisete e Graciete, acharam que elas estavam sujas e foram dar-lhes banho.

Nada mais natural, entre crianças e bonecas, o pior era a matéria-prima da confecção, ao colocarem as bonecas na água, ficaram completamente desfeitas, e elas também, choravam agora. Dalila e Amália ficaram tristes, mas nada mais havia a fazer, apenas esquecerem, depois, tinham as de trapo que se podiam lavar e secar ao sol e estavam sempre iguais.
CONTINUA NO PROXIMO CAPITULO

SONHOS


SONHOS

Quem mora em meu coração?
Será sonho?
Ou ambição?

Decerto é querer ir mais além
Do que fui, e do que sou,
É querer descobrir em mim
Onde poderei eu chegar,
Ou onde posso forçar
O meu pobre coração.

Será sonho?
Ou ambição?
Fazer o que nunca fiz,
Aprender o que sempre quis,
Alargar os meus desejos
Pela planície sem fim,
Deixar crescer em mim,
O amor
E adquirir assim
A minha paz interior.

Poema do Lívro AMOR ETERNO Interregno e Silêncio" de Lídia Frade

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

MANIQUE DO INTENDENTE UM SONHO ATRAVÉS DOS SECULOS.

ESTA UMA CAPELA NUMA DAS SAIDAS DA PRAÇA, EM RUINAS E QUE MERECERIA MAIS.


O HOJE PELORINHO QUE PODERIA SER A FORCA SE NÃO FOSSE ABULIDA A PENA DE MORTE
LADO SUL A JUNTA DE FREGUESIA DE MANIQUE DO INTENDENTE
FACHADA COM ARMAS ONDE ATÉ Á POUCO FUNCIONOU A GNR, HOJE RETIRADA DO LOCAL.
ESTE O LARGO PROJECTADO, LADO NORTE ONDE SE VÊ A FACHADA DA CASA DA GUARDA DO INTENDENTE.
AQUI MARCANDO UMA ÉPOCA TEMOS OS PROJECTOS FINANCIADOS PELA UNIÃO EUROPEIA, PARA A COLOCAÇÃO DE TIJOLOS CONTINUANDO PAREDES.

FOTOS PAULO E LÍDIA