quarta-feira, 28 de abril de 2010

APRESENTAÇÃO DOS LIVROS, A FAZENDA ONDE VEIO A LUZ AO MUNDO, E AMOR ETERNO DE LÍDIA FRADE

Integrado no aniversário da Sociedade Recreativa Atalaiense, em Atalaia, Almoster Santarém


Mais uma apresentação na Sociedade Recreativa Atalaiense, dos livros de Lídia Frade, " A Fazenda Onde Veio a Luz ao Mundo," um livro de prosa, ou pequeno romance, com uma história centrada nos anos 50 a 70, retratando essa época, com saberes, usos, costumes, e viveres, com 140 paginas, onde ao lerem, uns podem relembrar vivências, outros aprende-las, ou até recria-las, porque um livro pode ser um guia cultural.
O outro livro, " Amor Eterno, Interregno e Silêncio" poesia, emoções, ou simplesmente criatividade traduzida, em palavras poeticamente, e livremente colocadas, linguagem simples, intendivel para todos.
Para engrandecer toda uma tarde cultural, estava presente ainda uma exposição de pintura da mesma autora, a actuação da Escola de Danças Paroquial do Vale de Santarém, assim como a actuação do Rancho Folclórico Atalaiense fazendo as honras da casa.

sábado, 24 de abril de 2010

2º CAPITULO O AVÔ DIONÍSIO

2º CAPITULO




O AVÔ DIONÍSIO

O avô trazia sempre um cartucho feito de papel pardo enrolado em bico, com alguns rebuçados para lhe dar, e então Dalila corria até à estrada, para dar um beijo ao avô e ir buscar os rebuçados, para dividir entre ela e a Amália.

Numa manhã cedo a avó Gertrudes tinha vindo da Atalaia estrada abaixo, no caminho de Santarém. O avô Dionísio tinha saído no dia anterior e não voltou para casa, a avó chamou lá da estrada pela Julieta, perguntou se o tinham visto, mas a resposta foi negativa.

E pouco depois chegou a notícia terrível, o avô Dionísio tinha aparecido morto, caído com a bicicleta na ribanceira, toda a aflição da família irrompe, tudo a correr para o local, mas a avó Joaquina não foi.

Primeiro tinha de tomar conta das netas, depois, só foi após fazer uma roupa de luto para Dalila, ela era a mais velha, parecia mal não lhe vestir uma roupa escura.
Como não tinha mais nada, foi fazer um vestido cinzento de riscado, do que utilizava para fazer os forros das calças, ou dos coletes, aos seus clientes, coitadinha de Dalila, enfiada num vestido pardo e feio.

Foi assim o seu primeiro luto, um vestido que ela lembra, feio e pardo, com quatro buracos, um para a cabeça, dois para os braços e o ultimo de onde saiam as suas pequenitas pernas, e tudo isto porque parecia mal não vestir luto, um significado que ela ainda não conhecia.
A seguir foi mandada com a irmã Amália, para casa do tio Isidro, para as primas tomarem conta delas, enquanto duraram os preparativos do funeral, do velório e enterro.

Após isso, Dalila só tinha falado do assunto quando ia a Santarém com a mãe, na camioneta, ela disse-lhe onde tinha acontecido e que nunca ninguém sabia porque tinha acontecido, talvez lhe tivesse dado alguma coisa de repente, ou talvez fosse da sua falta de vista, que era já em grande grau.

O avô Dionísio usava óculos muito grossos, ficava tudo por aí, aconteceu simplesmente, e ficaram só as lembranças de criança desse acontecimento.
Foi também por essa época que Dalila foi baptizada. Os seus padrinhos foram os seus tios, um irmão mais velho de seu pai, até lhe tinham colocado o nome da madrinha, quando nasceu.

O baptizado foi no Convento de Santa Maria de Almoster, a madrinha ofereceu-lhe um lindíssimo vestido branco, cheio de folhinhos, com grande laço atado atrás, na cintura, soquetes brancos, sapatos de verniz, estava linda, Dalila no dia do seu baptizado parecia uma bonequinha, e já muito vaidosa.

CONTINUA NO PROXIMO CAPITULO

segunda-feira, 19 de abril de 2010

1º CAPITULO DE A FAZENDA ONDE VEIO A LUZ AO MUNDO

1º CAPITULO



PERSONAGENS

AVÔ-------------- ZÉ FRANQUINHO
AVÓ--------------JOAQUINA
PAI----------------DEODATO
MÃE-------------JULIETA
1ª FILHA--------DALILA
2ª FILHA--------AMÁLIA
3ªFILHA---------LISETE
4ªFILHA--------GRACIETE
PARTEIRA------MARIA ALBANA
PRIMO………..ALBERTO
PRIMA…………CLARISSE
MADRINHA…..LAURA
PADRINHO…..ROGÉRIO
FILHO…………RAUL
EMPREGADA…ALDA

A FAZENDA, ONDE VEIO A LUZ AO MUNDO

Era aquela a fazenda, ONDE VEIO A LUZ AO MUNDO, era linda, e Dalila tinha um grande orgulho de ter ali nascido, não era de terrenos planos, antes pelo contrário, mas parecia um livro que se abria, ilustrado pelo maior dos artistas.

Ali em Ponte do Celeiro, nome atribuído por na entrada da povoação haver uma ponte sobre a vala de Asseca, ali de passagem para a Ponte da Asseca.
Junto da mesma ponte havia uns celeiros para guardar os cereais cultivados ali pelos pauis circundantes, e assim nascia a Ponte do Celeiro entre vales e montes, salgueiros e caneiras, pinheiros carrascos e aroeiras, casas ou casais dispersos.

Para Dalila aquele era, e será sempre, um lugar de eleição dentro do seu coração, por tudo o que lá viveu, com pessoas que muito amou e ama, porque lá cresceu, e aprendeu a amar cada pedaço daquela fazenda, e era realmente um paraíso terreno, que guardou para sempre no seu coração.

A FAMILIA
Era a fazenda do bisavô Luís Môco, que Dalila não conheceu e que, ali na época, era já do Isidro do Luís Môco, seu tio-avô, que vivia em metade com a sua família, e da avó Joaquina do Luís Môco, mãe de Julieta que ali vivia também, e onde fez continuidade da sua família.

Contudo apesar de a fazenda ser herança da avó Joaquina, Dalila sempre ligou mais o local à figura do avô Zé Franquinho, avô materno, não por alguma vez o ver trabalhar na fazenda. Ele era até uma pessoa frágil e tinha contraído alguns anos atrás a doença da tuberculose, esteve num sanatório em tratamento, mas na época a cura era difícil, e a doença dominava sempre o percurso de vida.

Para além desse facto e porque era uma figura que sempre impressionou Dalila ao longo dos anos, pela sua postura, elegância, sempre impecavelmente vestido, diferente dos outros homens, sem ser com roupa de cotim, como normalmente andavam vestidos todos os trabalhadores da aldeia, era o avô que melhor conheceu, o seu avô Zé.

Depois a avó Joaquina, pegou logo ao colo Dalila assim que veio ao mundo, que lhe ouviu os primeiros gritos, o primeiro choro de luta pela sobrevivência, forçados como ela lhe contava, foi a primeira neta, e a primeira filha, e a primeira menina na família, já havia dois rapazes primos e já bem crescidos, filhos da sua tia Ermelinda.

Era muito normal as crianças nascerem em casa na época, mas o parto foi muito difícil, a parteira da terra, a Sr. Maria Albana estava a ver que não conseguia dar conta do recado, depois de muitas horas de sofrimento para Julieta e filha, a família já queria leva-la para o hospital, para Santarém, mas nessa altura, já a parteira disse que não se responsabilizava pela mudança, e sendo assim deixaram tudo na mesma, correndo todos os riscos, e Dalila nasceu em casa, resistiram as duas, sendo que já nem conseguia chorar, dar o seu grito de Ipiranga.

A parteira aflita pediu uma bacia de água quente, outra de água fria, e foi assim mergulhada em sequência, que Dalila não gostou, destas diferenças, e reagiu, gritou, chorou. Então, já mais descansadas com a reacção, a parteira foi tratar de Julieta, que estava pronta e sem mais resistências, e a avó Joaquina foi cuidar da sua querida netinha.

Assim provavam mãe e filha que são grandes mulheres para a luta, mulheres de fibra, capazes de enfrentar todos os desafios, desde o dia do nascimento, porque assim nasceu Dalila, ali ela viu a luz do Mundo, com o mínimo de rudimentares apoios.

Engraçado era que, na aldeia, havia o hábito e costume de as crianças chamarem madrinhas às parteiras, ou curiosas, que as aparavam na nascença, mas no entanto Dalila cortou com esse hábito, ou com essas regras, desde que entendeu, e sabia que tinha uma madrinha, e nunca quis chamar madrinha à Sr. Maria Albana.

Foi aqui no seio desta família, e nesta fazenda do avô Zé Franquinho e da avó Joaquina, que Dalila despontou para Mundo. Saberia porém passados alguns anos que tinha outro avô, o avô Dionísio.

Tinha ela cinco anos quando ele apareceu morto no caminho das Fontaínhas, perto da Quinta do Ramalho, e as lembranças mais nítidas que tinha dele era de o ver encostado na bicicleta, na estrada lá em cima, chamando a sua menina, quando vinha de Santarém.

CONTINUA NO PROXIMO CAPITULO

terça-feira, 6 de abril de 2010

A PROCISSÃO DE DOMINGO DE PASCOA DA IGREJA DE PORTO SANTO

A PROCISSÃO DE DOMINGO DE PASCOA DA IGREJA DE PORTO SANTO

O MEU DOMINGO DE PASCOA FOI PASSADO EM PORTO SANTO, COMO SEMPRE NO MEU PASSEIO DE TURISTA, MAIS UMA VEZ FUI TIRANDO IMENSAS FOTO, E UM ELEMENTO NOVO PARA MIM, QUE ESTAVA NAS FESTIVIDADES DO DIA, ERA A PROCISSÃO, QUE FOI ASSIM FOTOGRAFADA E DEIXO AQUI ALGUMAS DAS FOTOS.

quarta-feira, 31 de março de 2010

PELOS CAMINHOS DE SANTA CRUZ, SANTARÉM





PELOS CAMINHOS DE SANTA CRUZ, SANTARÉM

Igreja de Santa Cruz (Santarém) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Vista da fachada posterior, destacando-se a abside e o portal barroco. A Igreja de Santa Cruz localiza-se na cidade de Santarém, na freguesia de Santa Iria da Ribeira, e constitui um dos monumentos escalabitanos mais representativos do estilo gótico, não obstante incluir elementos de outras correntes arquitectónicas, como o renascimento e o barroco. O templo, datado do século XIII, foi a sede de uma antiga paróquia, extinta no século XIX. [editar] História A igreja foi edificada no século XIII, sendo a data concreta da sua instituição desconhecida, sabendo-se apenas que teve o patrocínio da coroa. Porém, o facto de, ainda no século XII, Santa Cruz aparecer como sede paroquial leva a supor da existência de um primitivo e modesto templo, construído após a Reconquista da cidade, na sequência da nova organização cristã e do aumento demográfico então verificado. Desta forma, a actual igreja teria sido edificada num local já anteriormente consagrado ao culto. Em 1280, D. Dinis doa o templo à Real Colegiada de Santa Maria da Alcáçova, em troca das igrejas de Alcoentre e Tagarro. No século XIV, o templo é reconstruído por iniciativa do Conde Lourenço Domingues Minatos e de sua mulher, Iria Afonso Caeira, que se encontram ambos sepultados na capela-mor. Em 1551, a nave foi reconstruída, tendo sido executadas as colunas divisórias. Ainda no mesmo ano, foi colocado o púlpito renascentista e foi edificado o coro, do qual apenas resta actualmente a balaustrada mudéjar. Em 1681, foram executados os azulejos que revestem a capela-mor e a capela baptismal. A maior campanha artística de que o templo foi alvo deu-se na primeira metade do século XVIII, quando foi executado o pórtico barroco, da autoria de João Antunes, e que actualmente se encontra adossado à fachada nascente da Casa da Irmandade do Santíssimo Sacramento. Esta casa, que se encontra junto à fachada sul da igreja, foi erigida em 1715. Em 1733, foi construída a torre sineira.

PELOS CAMINHOS DE SANTA CRUZ, SANTARÉM







FOTOS LÍDIA FRADE

PELOS CAMINHOS DE SANTA CRUZ, SANTARÉM






FOTOS LÍDIA FRADE

sexta-feira, 26 de março de 2010

DIA MUNDIAL DA POESIA



Dia Mundia do Teatro, o Dia Mundial da Poesia, isto apenas são os dois últimos, e mais recentes temas.
São apenas um dia de cada vez, mas que todos e, agora aqui eu também, falam mais sobre os determinados temas, apenas isso, porque o resto dos dias do ano, cada um por si, faz o que pode, pelos seus ideais e interesse.
Eu confesso que gosto muito dos dois, e por isso mesmo fiz um pacote, " DOIS EM UM" uma foto sobre o Teatro CHAPITÔ que fotografei recentemente, e VIVA O TEATRO com boa saúde.
E ainda que atrasado, o tema POESIA também com um poema, que vai retratar o teatro, os actores, que todos nós somos na vida, e pela maneira que vamos vivendo.
TU, ÉS ACTOR

A vida é um espectáculo
Permanente
Até para quem,
Assim não sente.

Todo o ser é um actor
Seu papel é relevante
E seu brilho, consoante
Ao papel que faz na vida.

Todos somos
Ou toda a humanidade,
Como simples marionetas
Em cena aberta,
Todos… força e invenção
Mas de impotente fragilidade.

A força da natureza
Só nos mostra essa certeza!

Provoca o cenário
Monta o palco do sacrifício!

Que resta ou actor?

A impotência de uma pena
Que qualquer pássaro
Deixou cair ao voar.

Poema do livro, AMOR ETERNO de Lídia Frade

domingo, 21 de março de 2010

A PRIMAVERA, A PRIMAVERA, A PRIMAVERA



A FLOR DA FAVA NA MINHA HORTA DO QUINTAL!!!

A FLOR TO TOJO QUE DÁ LUZ E COR PELOS MONTES DE PORTUGAL!!!
AQUI UM EXEMPLAR NO PARQUE DAS NAÇÕES!!!


A Primavera chegou, não só no calendário, mas em muitas outras coisas que se podem olhar, ou sentir, aqui representada pelas flores de ameixeiras, lindissimas, contra um céu azul, ou pela flor de um simples tojo, bela no seu amarelo dourado, e nascidas de uma planta selvagem do mato, com toda a sua agressividade, ou ainda a flor de uma simples faveira, é destas flores que nascem as favas, para quem não conhece, está perdida entre as ervas daninhas, em terras do Ribatejo, ali, no quintal da vó Jú.
Ainda uma simples quadra já cantada pela avó Jú.
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Quadra popular
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A primavera tem lindas flores
E como elas não há iguais
A primavera, vai e volta sempre
A mocidade, já não volta mais.



PRIMAVERA

PRIMAVERA

 É recriar,
sentir que há vida no próprio ar. Maravilha da natureza,
no renascer em tal pureza.
É luz, é cor,
é arco-íris chuva calor.

Ó PRIMAVERA!

És o canto do rouxinol
És andorinha de asa preta
És orvalhada, como lençol.
Num chilrear que nos encanta
pardais em bando, verdura em manta.
Jardim celeste e multicor
Plantou Deus Com todo o Amor.

Ó PRIMAVERA!

A oliveira toda florida
Ramo de espigas,
É pão de vida que me sustenta,
É magia clara, que me alimenta.

LÍDIA FRADE

domingo, 14 de março de 2010

UM BONITO CARDO, PRONTO A PICAR



UM BONITO CARDO, PRONTO A PICAR, MAS COMESTÍVEL


Vou tentar apanhar um bonito cardo, numa bonita foto, e explicar-vos o que de bom minha avó fazia, de um lindo cardo, bem tenrinho, repenicado, bem pronto a picar, pois é uma planta muito agressiva, precisamente por ter muitos espinhos.


Os cardos, existem de muitas espécies, no entanto à uma espécie que não sei o nome, mas que é comestível, lembro ainda num dia passando com a avó pelo terreno de vinha ela elogiou um grande cardo que crescia viçoso, bem tratado, pois estava a crescer num terreno cultivado, embora seja uma planta selvagem.


Eu fiquei admirada por a minha avó dizer que era bom para comer, como se aquela planta estava a crescer cheia de espinhos, dai a pouco estaria grande, enorme, com flores bem amarelas, que até eram lindíssimas, como se poderia comer uma planta daquelas que, no fim de crescer tudo o que poderia crescer, se o deixassem, seria até difícil qualquer pessoa adulta corta-lo.


O pé engrossava que ficava muito forte, aquelas folhas que se poderiam ver ali mimosas, apesar dos seus espinhos já bem visíveis, onde já se teria de ter muito cuidado, para o poder arrancar, contudo a avó prometeu fazer-me um dia uma surpresa, uma refeição com cardos.


Se bem o disse, melhor o fez, apanhou aquele mesmo cardo bonito, levou-o para casa, chamou-me para a ajudar, tratar, arranjar, aprender, a fazer a comida com os cardos.


A preparação dos cardos era o que merecia mais cuidados, mais perícia para não nos picar, já cortado pela raiz, e de onde nasciam todas as folhas que continha, não tendo ainda a haste que lhe daria o crescimento, a planta era ainda apenas folhas, e folhas soltas também já sem raiz.


A minha avó pegava no caule ou no pé das folhas, uma por uma, começava por pressionar de arrepio até ao fim da folha, arrastando assim tudo o que era folha verde, até cair no chão, ficava na sua mão, apenas o caule do que tinha sido, as folhas verdes, mimosas, e repletas de espinhos toda a volta.


Uma a uma em trabalho repetido, restava no final, uma mão cheia de caules de cardos, e o mais engraçado é que chegava a haver pessoas, que procuravam no mercado para cozinhar, mas aqueles sim era para cozinhar em casa.


A avó lavou-os e cortou assim com uma faca, miudinho a mão cheia logo de uma vez, para dentro de uma tigela de barro, fez um refogado num tacho, colocou água, os talos dos cardos, e depois arroz, fez assim um arroz de cardos, que seria bom para acompanhar qualquer coisa, fosse carne ou peixe.


Poderia ser ainda colocado nesse arroz, um pouco de feijão seco cozido, daria mais consistência ao cozinhado, ficaria mais rico e mudaria também completamente o seu gosto para o feijão, coisa que talvez não seja aconselhável, para quem procura conhecer apenas o dos cardos.


Ficaram assim com uma dica, experimentem fazer, se encontrarem um lindo cardo, com lindas folhas, acompanhem com o que mais gostarem, eu se conseguir encontra-los, irei fazer brevemente, para relembrar aqueles dias felizes da minha meninice.


Hoje por mais que procurasse, os cardos já não são bonitos como no tempo da minha avó, nem os da nossa vinha, mas fica aqui uma folhas dos mesmos exemplares.


LÍDIA FRADE


quinta-feira, 11 de março de 2010

PARQUE DO TEJO

Entre passeios andantes, pelos espaços verdes da beira Tejo, entre flores e vistas, das cheias do Tejo, entre Grafites radicais de cores vivas, que avivam um passeio em manhã fria, os melros que cantam, que passeiam, que depenicam, e já nem fogem dos andantes, por já lhes serem familiares, esses andares, ou pedalares. Por tudo isso, e muito mais que se vê, e se não diz e se não fala, por tudo isso aqui fica apenas, as minhas fotos.