quinta-feira, 21 de junho de 2012

BRINCOS DE PRINCESA




BRINCOS DE PRINCESA


Nascem simples, ou dobrados,

Os meus brincos de princesa

Que estão em vasos plantados,

São lindos, tão coloridos,

São prendas de namorados.

Para uma vaidosa amada

Em tempos de brincadeira

Fica linda, mais enfeitada

Orgulhosa, em suave beleza

Também mais enamorada

Pois seu rapaz de certeza

Lhe deu uma prova de amor

Com seus brincos de princesa.

Poema Lídia Frade


OS BRINCOS DE PRINCESA DA MINHA AMIGA

NA CASA DE UMA AMIGA FOTOGRAFEI ESTES LINDOS BRINCOS DE PRINCESA

Poema e Fotos Lídia Frade


quarta-feira, 13 de junho de 2012

AS FLORES DO MEU JARDIM DO QUINTAL POÉTICAMENTE CANTADAS NA MINHA POESIA!!!

OS PRIMEIROS GIRASSÓIS DA MINHA HORTINHA DO QUINTAL ESTÃO A COMEÇAR A FLORIR JÁ TINHA TRÊS ASSIM ABERTOS... MAIS UMA SEMANA E IRÃO ESTAR DEZENAS DELES BEM ABERTOS A ALEGRAR O ESPAÇO!!! 


FLORES DE GIRASOL

Virado ou sol
Belíssimo em seu esplendor
Um campo de girassol!
Quem poderá?
Maior beleza encontrar
Que esse girar sem parar
Que ninguém vê…
Mas existe!
Gira…
E nesse seu girar constante
Desafia a luz do dia
Essa luz que ele erradia
E que o ama, como amante!

È um desafio constante
Permanente…
Do nascer ao sol poente
No horizonte…
Ou na terra, em qualquer monte.
Em namoro que se sente
Bailando suavemente
Bailado de brilho atraente.

Acompanhando a magia
É seara de luz divina
Nas horas altas do dia.
Não lhe basta a forma o cor
É união, paixão, amor,
Entre o astro rei divino
E aquela tão simples flor! 

LÍDIA FRADE


AS MINHAS LINDAS DÁLIAS NO MEU JARDIM DO QUINTAL

DÁLIAS

São tão vistosas as dálias
Majestosas, eu diria,
Altivo porte de damas
Radiosas à luz do dia.

Quando de orvalho salpicadas
Aumenta a sua beleza,
A lua as guarda de noite,
De dia, o sol as beija.

Mas são frágeis, ao tocar,
Não gostam de ser cortadas,
Preferem a luz do luar,
Às jarras, iluminadas.

LÍDIA FRADE


sexta-feira, 1 de junho de 2012

PELO DIA MUNDIAL DA CRIANÇA!!! A INOCÊNCIA!!!




INOCÊNCIA
Que saudades, de segurar nos meus braços
A doce inocência dos meus filhos.
Saudades, dos pequeninos seres
Que sentia em movimentos
No meu ventre.
Saudades da sua frágil, e inocente dependência
Recebendo apertados no meu peito
O meu sentido calor de amor,
O meu amor de mãe.
Saudades, de quando corriam ao meu encontro
Na procura do meu abrigo, e seu refugio,
Vendo em mim, o que sentia o coração
Só a pureza!!! Sem procurarem
Onde estaria a razão!!!
Que saudades, da inocência do coração
Sem procuras de razão!!!

LÍDIA FRADE