quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

FELIZ ANO NOVO********** BOAS FESTAS!!!


COM 1 BEIJINHO E ABRAÇO A TODOS OS AMIGOS, FELIZ 2015!!!

LÍDIA FRADE



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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

BOAS FESTAS E UM LINDO E FELIZ NATAL!!!

MEUS DESEJOS SINCEROS A TODOS OS FAMILIARES E AMIGOS!!!




COM BEIJINHOS LÍDIA FRADE




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sábado, 13 de dezembro de 2014

COIMBRA E SEUS ENCANTOS NO JARDIM DA SEREIA!!!



Parque de Santa Cruz
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Parque de Santa Cruz, Coimbra.
Parque de Santa Cruz: cascata.

O Parque de Santa Cruz, popularmente conhecido por Jardim da Sereia, localiza-se na freguesia da Sé Nova, na cidade, concelho e distrito de Coimbra, em Portugal.



Obra idealizada e construída no tempo de D. João V, o parque da Quinta de Santa Cruz (hoje conhecido como Jardim da Sereia) deve-se a Frei Gaspar da Encarnação, ministro que, entre 1723 e 1752, reformou o Convento de Santa Cruz, um dos mais importantes monumentos da cidade. O objectivo era o de criar um parque adequado à contemplação.


No século XVIII, D. Gaspar da Encarnação promoveu o seu arranjo, tornando-o num espaço de lazer, tendo aí sido construído o campo de jogos (da Péla) e, simultaneamente, um jardim de descanso e meditação em estilo barroco.

A entrada do Jardim da Sereia, voltada para a Praça da República, junto à universidade, é coroada por três estátuas representando a Fé, a Caridade e a Esperança. A influência do barroco francês manifesta-se nas alamedas debruadas a loureiros, bem como nos lagos, tanques, canteiros e elementos decorativos, como os painéis de azulejos e a estatuária. No corpo central destaca-se uma escultura da Virgem, enquadrada por duas alas com repuxos. Merecem ainda atenção especial a Fonte da Nogueira, construída à base de solidificações calcárias extraídas de grutas naturais dos arredores da cidade, e o recinto para o jogo da péla. Sujeito a uma profunda intervenção durante o primeiro semestre de 2005, o Jardim da Sereia recuperou o encanto que o tempo havia atenuado, proporcionando aos seus visitantes uma agradável experiência.


Características[editar | editar código-fonte]

A entrada do jardim, que é feita pela Praça da República, apresenta três estátuas que representam a , aCaridade e a Esperança, culminando com uma cascata.

Subindo as escadas, encontramos a Fonte da Nogueira com uma estátua que representa um tritão abrindo a boca a um golfinho, de onde corre a água para a fonte, o que explica a designação popular de jardim da "Sereia".

Na Alameda de Santo Agostinho, é possível admirar um painel de azulejos alusivos ao Santo.






Flora e fauna[editar | editar código-fonte]

A sua vegetação é constituída por diversas árvores de porte como o Cedro branco ("Chamaecyparis lawsoniana"), o Cedro do Himalaia ("Cedrus deodara"), o Pinheiro de Norfolk ("Araucaria heterophylla"), oPinheiro do Brasil ("Araucaria angustifolia") e a Tuia da China ("Platycladus orientalis"). Neste parque também é possível admirar espécies de áceres como oPlátano bastardo ("Acer pseudoplatanus"), o Bordo dos rios ("Acer platanoides"), e o Bordo negundo ("Acer negundo").

Outras espécies exóticas podem ser observadas como o Loendro ("Nerium oleander"), a Azálea ("Rhododendron spp.") o Alfenheiro ("Ligustrum japonicum") e oLoureiro cerejo ("Prunus laurocerasus").



No estrato arbustivo ocorrem espécies como o Sabugueiro ("Sambucus nigra") e o Loureiro ("Laurus nobilis"), enquanto que no estrato herbáceo prolifera o Acanto("Acanthus mollis"), a Erva de São Roberto ("Geranium robertianum"), a Campânula azul ("Ipomoea indica"), o Dente de Leão ("Taraxum") e a Ervilhaca trepadora("Vicia sativa").

Podem ainda observar-se, entre as fendas dos muros e rochas, plantas como as hepáticas, e pteridófitas como a selaginela ("Selaginella denticulata"), a língua cervina ("Phyllitis scolopendrium") e o polipódio ("Polypodium australe").

Por entre as árvores encontramos a hera "Hedera helix"





De entre as espécies de aves que se encontram no parque, destacam-se a toutinegra de barrete preto ("Sylvia atricapilla"), o pisco de peito ruivo ("Erithacus rubecula") ou o chapim real ("Parus major"), sendo o mais emblemático o melro ("Turdus merula").

As pequenas linhas de água que atravessam o parque, proporcionam condições para a existência da salamandra de pintas amarelas ("Salamandra salamandra"), otritão verde ("Triturus marmoratus") e uma interessante colónia de sapos parteiros ("Alytes obtetricans").






 FOTOS DE LÍDIA FRADE

PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

COIMBRA JARDIM BOTÂNICO*****ASSIM........... TEM COIMBRA OS SEUS ENCANTOS!!!

O NOSSO PASSEIO PELO JARDIM BOTÂNICO NAS NOSSAS MINI FÉRIAS!!!

Fundado em 1772 pelo Marquês de Pombal, o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra é um dos jardins mais aprazíveis da cidade.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Jardim Botânico da Universidade de Coimbra
LocalizaçãoSé NovaCoimbra
País Portugal
TipoJardim botânico
Áreac. 135 000 
AdministraçãoFaculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra

"Jardim Botânico da Universidade de Coimbra"
Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, é um jardim botânico com 13,5 hectares de área, situado emCoimbra,Portugal. É membro da Associação Ibero-Macaronésica de Jardins Botânicos e da BGCI (Botanical Gardens Conservation International), e apresenta programas de conservação para a International Agenda for Botanic Gardens in Conservation. O seu código de identificação internacional é COI






História[editar | editar código-fonte]

Houve uma primeira tentativa em 1731, de estabelecer um jardim botânico em Coimbra, com um projecto elaborado porJacob de Castro Sarmento, tendo como referência o Chelsea Physic Garden, de Londres.

No entanto, apenas em 1772, fundado como parte integrante do "Museu de História Natural" instituído pelo Marquês de Pombal, surge o "Jardim Botânico da Universidade de Coimbra", como consequência da reforma pombalina dos estudos universitários. O projecto de Castro Sarmento foi considerado pelos professores muito modesto pelo que decidiram ampliá-lo para cumprir os requisitos do Marquês de Pombal. Os trabalhos iniciaram-se em 1774.

Ao princípio, as responsabilidades recaíram sobre Domingos Vandelli, e a partir de 1791, a Avelar Brotero, professor de Botânica e Agricultura. Este ilustre botânico ampliou o jardim, com a aquisição de um terreno da quinta dos Padres Marianos (1809).





Em 1873 é nomeado gerente Júlio Henriques. Intensifica a troca de plantas com os principais jardins de Portugal Continental, Açores, Europa e outras partes do mundo, sobretudo da Austrália. Refere-se que Júlio Henriques conseguiu do Jardim Botânico de Buitenzorg, em Java, sementes da espécie Cinchona, de cuja cortiça se extrai aquinina, para combater a malária que nessa época, em Portugal e nos territórios ultramarinos, dizimava a população. Foi sua a iniciativa de fundar a "Sociedade Broteriana", destinada a reunir os botânicos, e outros especialistas interessados também em botânica. Em 1880 iniciou-se a publicação do "Boletim da Sociedade Broteriana", revista de carácter científico que actualmente continua a publicar-se. Foi Júlio Henriques o primeiro que se referiu em Portugal aos trabalhos de Charles Darwin, sendo o primeiro darwinista a manifestar as suas opiniões entre os biólogos portugueses.

O botânico Luís Wittnich Carrisso, desde o ano em que passou a professor catedrático, de 1918 até à data da sua morte em 1937, ao assumir a direcção deste jardim, enriqueceu-o muito com novas plantas, nomeadamente com plantas exóticas africanas, a maioria originárias de Angola1 .






O botânico Luís Wittnich Carrisso, desde o ano em que passou a professor catedrático, de 1918 até à data da sua morte em 1937, ao assumir a direcção deste jardim, enriqueceu-o muito com novas plantas, nomeadamente com plantas exóticas africanas, a maioria originárias de Angola1 .

Desde Setembro de 1997 a direcção do parque organiza um programa de visitas livres e guiadas.



Colecções[editar | editar código-fonte]



Entre as colecções das suas plantas destacam-se :
Plantas tropicais
Colecção de narcisos
Ornithogalum
Plantas suculentas
Colecção de coníferas
Colecção sistemática
Plantas ornamentais
Myrtaceae
Leguminosae
Aceraceae
Rosaceae





Equipamentos[editar | editar código-fonte]

O jardim possui uma biblioteca com mais de 125 000 volumes. O Departamento de Botânica colabora com a "Sociedade Broteriana" na edição de revistas científicas que facultam uma permuta de publicações com cerca de 700 bibliotecas similares.

O herbário compreende cerca de 1 milhão de espécies originárias de todo o mundo. Aqui também se encontra o "Herbário de Willkomm", onde se podem estudar outros materiais de interesse botânico, normalmente os procedentes de explorações universitárias na África Tropical. Todo este material, juntamente com as sementes de mais de 2,000 espécies (Index Seminum), é objecto de permuta com outras Instituições congéneres nacionais e estrangeiras.




Equipamentos[editar | editar código-fonte]

O jardim possui uma biblioteca com mais de 125 000 volumes. O Departamento de Botânica colabora com a "Sociedade Broteriana" na edição de revistas científicas que facultam uma permuta de publicações com cerca de 700 bibliotecas similares.

O herbário compreende cerca de 1 milhão de espécies originárias de todo o mundo. Aqui também se encontra o "Herbário de Willkomm", onde se podem estudar outros materiais de interesse botânico, normalmente os procedentes de explorações universitárias na África Tropical. Todo este material, juntamente com as sementes de mais de 2,000 espécies (Index Seminum), é objecto de permuta com outras Instituições congéneres nacionais e estrangeiras.










O Museu Botânico ("Secção de Botânica do Museu de Historia Natural" -— MHN — recriado em 1991 com a aprovação do regulamento da FCTUC contém uma magnífica galeria que representa um espaço privilegiado para a realização de exposições científico-culturais. Nele há uma exposição permanente, modelos didácticos, colecções carpológicas e de fósseis vegetais, madeiras exóticas, objectos de artesanato, material diverso procedente das missões botânicas na África Tropical, e também, muita documentação de carácter histórico-natural.

Os laboratórios, proporcionam condições razoáveis para actividades de ensino e de investigação científica nos vários domínios da Botânica como, Ecologia, Fisiologia, Citogenética, Taxonomia, Bioquímica e Biotecnologia Vegetal, Fisiologia e Microscopia Electrónica.


























ALGUMAS DAS LINDAS IMAGENS JÁ FORA DE PORTAS DO JARDIM BOTÂNICO!!!




FOTOS DE LÍDIA FRADE

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